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A Criada Dublado Online

The Handmaiden    01 Jun 2016

NOT RATED 144 min DramaLançamentosRomanceSuspense

8.1
IMDB: 8.1/10 27,655 Votos

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49 wins & 68 nominations.

South Korea

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Coreia do Sul, anos 1930. Durante a ocupação japonesa, a jovem Sookee (Kim Tae-ri) é contratada para trabalhar para uma herdeira nipônica, Hideko (Kim Min-Hee), que leva uma vida isolada ao lado do tio autoritário. Só que Sookee guarda um segredo: ela e um vigarista planejam desposar a herdeira, roubar sua fortuna e trancafiá-la em um sanatório. Tudo corre bem com o plano, até que Sookee aos poucos começa a compreender as motivações de Hideko.

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6 Comentários

  1. fernanda disse:

    tá de sacanagem que deram nota 8.1 neste filme. Para ver duas Japinhas Lésbicas de sacanagem, dá um tempo !!!!!!!Fala sério, perdi meu tempo!!!!!!!!!!!

  2. NAZARE MACIEL. disse:

    ruim

  3. Delton disse:

    Na verdade o filme é muito mais do que só duas Japinhas Lésbicas de sacanagem, um filme bem produzido e criativo, vale sim a nota 8.1!

  4. Raicca disse:

    Na verdade, o filme fala sobre AMOR. Só quem sente isso pode entender a mensagem.

  5. Rafael disse:

    Filme muito bom. Excelente roteiro

  6. Dani disse:

    Este é um dos melhores filmes que eu já vi. Park Chan-wook é um gênio e dirige cada segundo da obra com uma meticulosidade surreal. Sinto que muitas pessoas podem assisti-lo e perder vários detalhes importantes por falta de atenção. À você que pretende vê-lo: atente-se a TUDO presente em cada cena; as cores e tipos de vestuário dos atores, os espaços onde os personagens se encontram, a posição deles no plano, a trilha sonora, os movimentos e enquadramentos das câmeras… Pois todos os elementos que compõem esta obra-prima são utilizados com um objetivo claro na narrativa, além de carregarem uma beleza e elegância únicas consigo. À você que já viu o filme, alguns detalhes que provam sua genialidade (SPOILERS): a água que se agita em copos pode representar o estado emocional dos personagens (cena no trem); na primeira cena de sexo, a boneca de Hideko é atirada ao chão pelo braço de Sook-hee, simbolizando a perda da inocência; nesta mesma cena, vemos dois vasos, um com rosas vermelhas e outro com brancas e, na cena seguinte, no quarto, durante uma massagem nos pés de Hideko, vemos flores manchadas de um tom róseo substituindo as flores brancas, simbolizando a perda da virgindade e a intensificação dos sentimentos das personagens; no primeiro encontro entre Hideko e o “conde” ela veste um vestido verde-esmeralda, que, no filme, é símbolo da morte (os cigarros do conde também são verdes, assim como a gravata que ele usa no terceiro ato, a névoa na cena do barco, e em muitos outros detalhes); o roxo também é simbólico em relação à antecipação de algo ruim ou uma morte e é exatamente essa cor que cobre Hideko quando o aparente plano de mandá-la para um manicômio se concretiza, resultando na fuga da casa do tio Kuzuki (e o roxo muda de significado com a progressão da narrativa: primeiro, simboliza o fim de Hideko; depois, o da criada; e, por último, o do “conde”); para mostrar a perspectiva de Sookhee (que não sabe ler) na cena em que Hideko pergunta à ela se consegue ler o seu nome em uma folha de papel, Park inteligentemente move a câmera para a extrema direita do quarto da senhorita, deixando um pilar na frente da tela para que ele bloqueie o caderno com o nome da visão do espectador e, na repetição da cena, na perspectiva de Hideko, vemos o caderninho com o nome praticamente em plano-detalhe (porque ela sabe ler); a relação entre Coreia e Japão é o subtexto mais latente no filme; os japoneses invadiram e reprimiram a cultura e os costumes coreanos na época em que a trama se passa e isso é refletido diretamente na relação entre os personagens do filme; mulheres foram feitas escravas sexuais dos nipônicos (a história de Hideko é mais próxima da realidade do que nós, ocidentais, imaginamos) e a própria relação entre a senhorita (japonesa) e a sua criada (coreana) contém traços da relação de poder que um país exercia sobre o outro; e é por isto que eu amo a última cena: as duas, simetricamente posicionadas em um espaço completamente simétrico, nuas, realizam uma fantasia sexual em uma espécie de ritual que simboliza tanto a celebração do laço apaixonado criado entre elas quanto a destruição completa de todas as amarras que as mantinham em um jogo cruel de poder e manipulação. E é por essas e outras que A Criada é um filme genial. Ele é repleto de significados e sempre fornecerá novas informações para quem assiste. Simplesmente amei cada segundo e espero assisti-lo muitas outras vezes.

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